Como lidar com inteligências artificiais – lição #1
Categoria: parva(s)
Influenzer
Se eu estiver constipado e passar a doença a alguém, posso dizer que sou influenzer?

QXume methodology
Complaints are not a negative thing.
Use complaints to better serve your customers.
Use complaints to improve your teams.

We are QXume, THE consultancy that can train your company to take a leap forward and embrace the state-of-the-art QXume methodology.
This innovative concept allows your company to use all the available complaints to improve and increase the overall satisfaction of both internal and external clients.
By using our proprietary active listening algorithm (yesuhum™) and leveraging it with state of the art A.I., we can turn everybody’s whining and complaints into actionable intelligence.
By implementing our methodology your company will position itself a step ahead.
Turn whining into wining.
Take the leap, start complaining.
QXume
PS: QXume is a Lisbon based company, created by Henrique Cabrita, an engineer that loves non-sense as much as he loves basketball. He used to hear (and overhear) a lot of whining and complaining from a lot of people, and every so often tried to use the information from those complaints and act upon it to try and improve things. Normally no one would listen. So he started QXume. With a proven methodology, cool acronyms and a lot of buzzwords, people now listen.
PS2: The yesuhum™ algorithm is a work in progress. The next version is currently in development, and it will be named yesuhumofcourse (patent pending).
Reverso
Será que o inventor da marcha atrás era alguém progressista?

Curso de relojoeiro
Informamos os nossos alunos que a aula de reparação de relógios irá começar 20 min atrasada!!

Fake news

As fake news têm sido alvo de muita discussão pelo mundo fora. Cientistas, políticos, desportistas, figuras públicas no geral, todos têm sido alvos de fake news e visto a sua vida condicionada pela informação falsa publicada sobre eles.
Ou não?
Foi a esta pergunta que cientistas e especialistas em estatística decidiram responder.
Numa óptica de amostragem da população, perguntaram a uma quantidade significativa de pessoas se acreditavam ou não em fake news.
Os resultados dos seus inquéritos foram surpreendentes.
Da amostra questionada, cerca de 52% dos inquiridos afirmaram que não acreditam que existam fake news.
(52% não acreditam; 44% acreditam; 2% sabe mas não responde; 2% responde mas não sabe).
A conclusão é clara: A MAIORIA DAS PESSOAS NÃO ACREDITA QUE EXISTAM FAKE NEWS!
PS: Esta é uma fake news sobre fake news.
Disclaimer. Não me levem a sério, por favor. Aliás, levem-me a sério quando eu digo para não me levarem a sério. Fora isso não.
Cheguei ao limite

Limite. Cheguei ao limite.
Durante uns tempos decidi fazer uma experiência com esta rede social que é o Facebook: Seguir todas as sugestões de figuras públicas que o Facebook me apresentou. Todas.
Na app mobile é fácil, um clique e está a seguir.
Chegada ao fim esta experiência, um pequeno relato sobre o que se passou.
E o que se passou foram gajas a monte, cada vez mais despidas, e alguns(algumas) artistas, desportistas, músicos, mas poucos.
As sugestões de figuras públicas para eu seguir foram aparecendo, a principio, por uma espécie de vagas. 1º os músicos, artistas, depois modelos (femininos), cada vez mais despidas, até que terminou, no final, em “modelos” que postam conteúdos que de certeza roçam o limite do que o facebook aceita ser postado.
E o algoritmo de sugestões de figuras públicas para seguir por aí ficou e insistiu, gajas e gajas e gajas que são figuras públicas, mas daquelas que têm mais calor do que as outras, e por consequência menos roupa.
Nada contra, atenção, antes pelo contrário, mas esperava um pouco mais deste algoritmo (atenção, fui fazendo follow a todas todas as sugestões que era apresentadas, todas mesmo, nunca fui um depravado selectivo).
Imaginava-me a fazer follow a músicos de jazz, actores e actrizes, artistas plásticos, desportistas, levando-me o algoritmo a um banho de cultura cada vez maior.
Mas não.
Talvez daqui a algumas centenas de figuras públicas seguidas, o algoritmo mudasse de rumo e me levasse para águas menos sexy e mais brainy.
Mas não, cheguei ao limite!
E digo que cheguei ao limite porque não me deixam seguir mais pessoas.
Eu que ambicionava seguir todas as figuras públicas do mundo, e tornar-me o maior follower de sempre, afinal tenho de me ficar pelas 5000 figuras públicas.
É triste limitarem assim um fã.
Quer dizer, uma figura pública pode ter os followers que quiser, e um follower não pode seguir as figuras públicas que quiser.
E agora vou fazer unfollow a esta gente toda que me habita o espaço digital, que já chateia.
Preguiça
– Detesto pessoas preguiçosas.
– Porquê? Nós nem fizemos nada…
O fado dos desconfinados descuidados
Desconfinarei até que a voz me doa
Na praia, e em todo o lado
Como a ave que tão alto voa
E é livre de desconfinar em qualquer fado
Desconfinarei até que a voz me doa
No meu país, na minha terra, com a minha gente
Esqueço a saudade e a tristeza que magoa
Que se oriente o que fica doente
Desconfinarei até que a voz me doa
No calor, na esplanada, no restaurante
Os outros que tenham paciência
Desconfinarei até que a voz me doa

Ponte
