Nada

Sou o Rei do nada
Vivo em nenhures
Se encontrasse uma estrada
Talvez pudesse ir algures

Sem coroa nem bastão
Governo o vazio infinito
Mando no nada deste mundo
Onde o vazio é o que há de mais bonito

Aqui ninguém é
Só o nada prevalece
Existe por si só
E sem saber o que é, cedo disso se esquece

O meu irmão Rei de algo
Bem me troça nos meus afazeres
Pois eu respondo-lhe prontamente
No nada também há muitos prazeres

Por vezes a ausência de tudo é mais reconfortante que a existência de algo.

E, por agora, é tudo.

#744: The Last Bank Bailout

Podcast bastante interessante sobre os resgates aos bancos.

#744: The Last Bank Bailout
Planet Money
Duration: 17:41
Published: Tue, 27 Dec 2016 14:29:00 -0500
URL: https://play.podtrac.com/npr-510289/npr.mc.tritondigital.com/NPR_510289/media/anon.npr-mp3/npr/pmoney/2016/12/20161227_pmoney_podcast122716.mp3?orgId=1&d=1040&p=510289&story=507126143&t=podcast&e=507126143&ft=pod&f=510289

The man who ran the last bank bailout has a plan to prevent the next one.

Subscribe to this podcast: https://www.npr.org/rss/podcast.php?id=510289

—-
Sent from Podcast Republic 2.10.2

https://play.google.com/store/apps/details?id=com.itunestoppodcastplayer.app

Eles

Pode ser que te interesse.
Participar no mundo digital (redes sociais, compras online, smartphones e apps, etc.) é, hoje em dia, permitir que nos tracem um perfil pessoal pelas nossas escolhas de navegação, likes de facebook, etc.,
É uma realidade que existe, e é incontornável. A não ser que usemos ferramentas como vpn’s, o tor browser, etc. Mas isso é outra história.
Esse traçar de perfil pode ter como consequência prática, por exemplo, termos preços diferenciados nas compras online. Se no nosso histórico de compras estiver registado que nós pagamos acima da média por determinado produto ou artigo, então o preço desse artigo (em loja online) que nos é apresentado foi concerteza alterado tendo em conta o nosso perfil (mais caro).
Outro exemplo pode ser a recusa de uma reserva num hotel (mascarada como ausência de quartos disponíveis na página de reservas), caso o nosso perfil não tenha peso social suficiente (followers no facebook, twitter, etc.). Ao discriminar desta forma, o hotel procura filtrar positivamente e ter hóspedes que tenham mais probabilidade de publicitar nas redes sociais, com bastantes visualizações, a experiência que tiveram no hotel.

Uma pequena brincadeira que alguém fez, para termos um bocadinho (muito pequeno) de noção do que é registado do nosso comportamento online.

Um pouco mais de leitura para quem se interessar por este tema.

Por participar activamente neste mundo devemos estar atentos ao que se passa.

Boas leituras.
Henrique

PS: o simples facto de clicar em links deste post é mais um facto para adicionar ao nosso perfil online 😀

Qualquer dia não posso ter um blog e dizer aqui o que acho de coisas

Um artigo interessante sobre o crescimento da retórica do fascismo nos EUA.

Num regime fascista tipo ditadura não haveria um facebook livre, e a nossa sociedade estaria bem pior. Deixariam de existir posts do tipo “disto ninguém fala…”, ou do tipo “isto está tudo mal…”.

E depois?

http://www.france24.com/en/20161208-rhetoric-fascism-rise-us-europe-warns-un

A UBER Sabe onde tu andas a toda a hora

A actualização mais recente da aplicação UBER pede-nos para lhe dar permissão para nos localizar a toda a hora, e não só quando estamos a utilizar a aplicação.

Podem lêr mais sobre o assunto aqui.

PS: Para evitar isto, em Android, podemos ir às definições/aplicações/uber e desligar a permissão de localização. Mas, cada vez que quisermos utilizar o Uber, temos de voltar a activar a permissão de localização.