Ao ritmo imposto ao mundo pela espécie humana, que muitos acham absoluto e poderoso, sobrepor-se-á sempre o ritmo da natureza. O tempo, essa grandeza medida pelos humanos, não serve nem sequer para começar a medir o que se afigura como a continuidade da natureza.
Ela é bela, ela é cruel. Ela é tudo o que há, e que haverá.